Relato de parto domiciliar: o nascimento do Pedro

Relato de parto domiciliar: o nascimento do Pedro

É com muita alegria que inauguramos a nossa sessão só de relatos de parto aqui no site. Para abrir, temos um relato lindo, em forma de carta. Parto domiciliar intenso, dificuldades com a amamentação, emoções à flor da pele. Um texto sobre amor e superação, da Élissa para seu filho Pedro.

Vem com a gente?

***

Relato de parto: carta ao meu grande amor, Pedro.

Primeiramente, eu preciso dizer que tentei diversas vezes escrever meu relato de parto, mas nunca estava bom o suficiente por não ser possível retratar em palavras o real sentimento daqueles momentos vividos.

Mas eu quero tentar eternizar em palavras a alegria vivida com o nascimento do meu grande amor, meu filho Pedro. Espero que no futuro ele mesmo leia e sinta o quanto ele foi desejado e amado por seus pais. E, talvez, eu ajude algumas mulheres a fazer suas escolhas mais conscientes e a superar algumas dificuldades que teimamos em achar que só acontecem conosco.

Enfim, aqui está a minha carta de amor.

Pedro, de alguma forma eu sempre soube que você viria. Eu sempre desejei ser mãe, mas era mais do que isso. Eu tinha certeza de que um dia eu seria mãe e sonhei sempre com esse dia.

Desde cedo dizia que queria ter meus filhos em casa como minhas avós. Sempre achei lindo e poético o parto domiciliar. Você ter a sua volta todo o aconchego do lar e da família e estar todo o tempo com seu bebê nos braços. E, sendo enfermeira, eu aprendi o quão nocivo pode ser a hospitalização desnecessária e pude repensar as práticas de acompanhamento pré-natal e parto.

Ou seja, eu já tinha meu pensamento concreto que tudo transcorrendo bem na gravidez, eu não faria meu filho passar por procedimentos mecanizados e desnecessários. Queria que meu filho chegasse ao mundo com serenidade, muito amor, afeto e respeito ao seu tempo, amparado pelos braços dos seus pais em sua casa com a segurança de uma assistência respaldada em saber cientifico e com o mínimo de intervenções.

Mas…. Meu filho tem um pai. Um pai que precisava e quis ser presente em todas as etapas deste momento, porque tanto quanto eu quis e sonhou por muito tempo com a paternidade e como ela viria. E o que existe no senso comum é o parto hospitalar ainda.

Bem, meu filho, você foi muito desejado muito antes dos seus pais se conhecerem. E quando casamos, esse desejo se multiplicou. Nosso amor era tanto que não cabia mais só em nós e decidimos que era a hora de permitir que você viesse para dividir conosco esse momento e multiplicar a nossa felicidade.

Receber a notícia da gravidez foi de fato um presente, tanto que veio bem pertinho do Natal. No dia 23 de dezembro de 2014 as 4h da manhã acordei para ir ao banheiro e aproveitei a calmaria da noite para realizar o teste de gravidez. E lá estavam as tão desejadas duas listras cor de rosa. Sem pensar na hora, fui ansiosa e emocionada acordar seu pai para dividir com ele a notícia.

Alguns balanços e beijos e ele despertou sem acreditar no que ouvia. “Você vai ser papai! Quer dizer…. Você já é papai! Estamos grávidos!”. Essas palavras eram de fato inacreditáveis. Finalmente, nosso sonho se tornava realidade!

Lágrimas escorriam dos nossos olhos e invadiam nossos sorrisos se misturando em nossos beijos. Que momento mágico, intenso e feliz! A vontade era de sair gritando pela casa, na janela, para o mundo que nós estávamos grávidos.

Mas parecia que somente eu precisava fazer um exame para saber que eu estava grávida. Todos ao meu redor desconfiavam e afirmavam a gravidez. E eu não sentia nada demais! Pouquíssimo enjoo, eu sentia mais sonolência. Me encostava e dormia. Era engraçado dizer que não sabia estar grávida!

No Natal, compartilhamos o presente com a família. Em envelopes distribuídos aos avós e a tia Elaine, um bilhete dizendo “Parabéns! Você vai ser vovô/vovó /titia!”. Os olhos brilhavam emocionados. Bilhetes jogados para o alto, pulos, gritos e muitos, muitos abraços calorosos agradecendo a Deus esta benção.

Contudo, eu ainda precisava confirmar mesmo a gravidez com exames. Só o teste rápido não era suficiente, o exame de sangue superpositivo também não. Dia da primeira ultrassonografia!

Aí… Mil borboletas no estômago. Que ansiedade! Eu, seu pai e sua avó Elda te vimos pela primeira vez. Lá estava você, meu bebezinho, tão pequenino, mas já bem formadinho com 10 semanas e um coração que batia forte. Lembro como se fosse hoje! E ainda me enche os olhos de lágrimas… Momento lindo. Era como se Deus me abraçasse. Me senti imensamente abençoada, grata e muito muito feliz!

Como foi uma gravidez planejada, meus exames estavam em dia e eu já tomava as vitaminas necessárias. Era necessário iniciar o pré-natal. E aí começa um outro capítulo: a escolha do parto.

Como eu disse, eu tinha o desejo de fazer o parto domiciliar. Mas essa ideia assustou sobremaneira seu pai e seus avós. Quando eu falava sobre isso vinham as falas: “Você é maluca!”, “Para que se arriscar? Você tem plano de saúde e pode ter o parto normal em segurança.”… Coisas desse tipo. Falas do censo comum, de quem desconhece as evidências científicas e tem enraizado os medos introjetados pela cultura biomédica que coloca o médico e o hospital no centro das ações de cura e cuidado. Mas enfim… Eu tentava argumentar baseada em evidências científicas, mostrava artigos, depoimentos e nada mudava. Então, o acompanhamento pré-natal devia ser iniciado e eu não queria guerra. Respeitosamente, decidi aguardar o tempo certo.

A procura por médicos que aceitassem realizar o parto “normal” foi árdua, até que encontrei o médico que realizou meu acompanhamento.

Mas como uma formiguinha, sempre que podia eu retomava a fala do meu sonho de ter um parto natural, domiciliar, mas agora só com seu pai. Até que próximo ao quinto mês de gravidez eu propus que fôssemos conversar com uma amiga que é enfermeira obstetra e que teve seu filho em parto domiciliar, a Priscila. Ele aceitou e ela também e nos recebeu em sua casa com imenso carinho e respeito, respondendo a todas as dúvidas que tínhamos. Não eram poucas! Mas acho que a minha principal dúvida era uma questão técnica: durante meus exames ginecológicos para me preparar para a gravidez, descobri que tinha Cisto de Gartner, um cisto na parede vaginal, mas que nada me incomodava (Com relação a isto buscamos opiniões de diversos profissionais enfermeiros e médicos e todos disseram que o cisto não seria impeditivo do parto vaginal. Ufa!). Ela nos indicou a leitura de um livro e que assistíssemos ao filme “O renascimento do parto”. Assim os fizemos.

Eu estava certa de que o parto domiciliar era minha primeira opção. Agora eu tinha também o apoio do seu pai. Com a conversa, a leitura, mas principalmente com o filme, seu pai entendeu como tudo iria transcorrer e a diferença do cuidado para nós. Diminuiu o medo de que algo de ruim pudesse acontecer conosco sem que desse tempo de intervir. Finalmente, ele concordou comigo! E nada mais importava! Éramos nós, nossa família que deveria estar preparada e que passaria por tudo unida.

Lógico, que eu gostaria que suas avós, suas tias, minhas amigas soubessem dos nossos planos e que nos apoiassem. Mas sempre compreendemos a dificuldade dessa aceitação, não queríamos conflitos e aflição, e sabíamos que depois tudo ficaria bem.

Certos da opção pelo parto domiciliar realizamos uma entrevista com as enfermeiras Rachelli e Paula onde pudemos tirar mais algumas dúvidas, fazer uma avaliação do pré-natal e acertar como tudo iria transcorrer. Assim, iniciamos conjuntamente o pré-natal ambulatorial medico e o pré-natal domiciliar com as enfermeiras Rachelli e Flávia. O plano A era o parto domiciliar, mas se algo acontecesse durante o pré-natal que nos colocasse em risco, o plano B era o parto hospitalar.

Outro medo que me acompanhava era relacionado a minha saúde durante o pré-natal, pois eu iniciei a gestação obesa e com histórico familiar de hipertensão e diabetes. Tinha muito medo de desenvolver diabetes gestacional ou ter pré-eclâmpsia. Por isso me dediquei ainda mais aos exercícios físicos e dieta supervisionada. E deu tudo certo!

Tudo correu bem e estava chegando a hora! A casa já estava preparada para o parto e para te receber, meu filho, da melhor forma.

Com 40 semanas, no dia 05 de agosto as 5h da manhã eu acordei com o início das contrações. Eram fracas e totalmente suportáveis. Avisei seu pai. Ele ficou apreensivo, não sabia o que fazer. Eu o acalmei, mandei ele ir trabalhar e eu comecei a ver o que precisava ser feito.
Como eu queria avisar minha mãe e minha irmã!!!… Mas não podia…. Não devia…

Fui ao meu trabalho para entregar o papel da licença maternidade que o médico já havia me dado na última consulta há dois dias, pois minhas férias tinham acabado. E todos me perguntavam: “Esse menino não vai nascer?!”. E eu respondia sorrindo: “Já está a caminho. Entre hoje e amanhã, porque já estou com contrações.”. E era muito engraçado o desespero da maioria pedindo que eu fosse logo para o hospital, o semblante de aflição, e a surpresa com a minha calma. E fiz questão de subir e descer escadas e me despedir de todos, dando um até breve já com meu filhote.

Sai de lá e fui a farmácia e ao mercado comprar as últimas coisas. Fui para casa fazer comida e arrumar a casa, pois queria deixar tudo limpo e em ordem para o nosso conforto. Cuidei dos gatos. Sim! Temos dois gatos no apartamento e eles participaram de tudo! Enfim, seu pai chegou em casa no fim do dia e logo perguntou: “E aí? Você acha que vai ser hoje?”. Calmamente respondi: “Vamos jantar e dormir. Amanhã será o grande dia!”. As contrações continuavam um pouco mais frequentes e intensas, mas ainda suportáveis e eu sabia que ainda não era a hora.
Então, as 02:15h do dia 06 de agosto eu acordei com forte contração, fui ao banheiro e percebi a saída do tampão mucoso. Agora sim, meu coração acelerou, chamei seu pai e disse que estava chegando a hora. Nos olhamos no fundo dos olhos e ele me perguntou se eu estava certa do que queria e eu disse que sim. Estava tudo indo bem. Ligamos para as enfermeiras, passamos as informações e um tempo depois Rachelli e Flávia aqui estavam.

As contrações foram ficando cada vez mais intensas e frequentes. Algumas horas depois começaram a ficar bem dolorosas. Entre uma contração e outra eu recebia massagem com óleos aromáticos. Era muito reconfortante. Deixamos as cortinas fechadas, criando um clima aconchegante. Seu pai a todo tempo comigo, segurando minha mão e me dando força. Às vezes eu tomava uma ducha morna que aliviava bastante a tensão. Até que ao meio dia eu dormi. Quando acordei foi um susto! Olhei logo para a barriga e você ainda estava lá, mas eu não sentia mais nada. Nenhuma contração. Fui até a sala é lá estavam todos almoçando tranquilamente. Então conversamos, fomos examinados, tudo estava indo bem, mas as contrações tinham parado. Era preciso reiniciar.

Confesso que isso me desanimou. Por um instante achei que não conseguiria. Mas logo decidimos utilizar uma essência no difusor que imediatamente induziu ao reinicio das contrações. Agora as contrações eram bem intensas e dolorosas. Eu já não conseguia conter e era preciso extravasar! Começaram os gritos. Nessa hora só me lembro da Priscila, que também já estava lá me dando seu apoio, dizendo: “Agora sim! Agora vai!”. E eram urros de dor e satisfação, porque eu estava tendo toda a experiência que sempre quis. Eu estava sendo plena! Estava na SUA hora meu filho, eu sentia você se acomodar dentro de mim.

Algumas horas depois as contrações eram muito fortes e eu me sentia fraca, porque não tinha vontade de comer e só tinha ingerido gelatina e suco. Nesse momento, eu perguntei se não era melhor ir para o hospital, mas eu já sabia a resposta que vinha. Não era necessário.

Então, seu pai me abraçou bem forte, me afastou e segurando firme em meus braços, olhou no fundo dos meus olhos com a maior tranquilidade e disse: “Você é capaz! Você vai colocar nosso filho no mundo hoje!”. Eu não poderia ter pessoa melhor ao meu lado. A cada dor que eu sentia crescia em mim o amor por você e por seu pai. A cada gesto de carinho e confiança que recebia do meu marido nossa relação se fortalecia, minha admiração por ele aumentava. E eu sei que a admiração dele por mim também.

Mas eu precisava extravasar a dor e gritar, e eu gritava. Até que uma vizinha veio bater em nossa porta oferecendo ajuda. E ninguém do prédio havia sido informado. O que gerou especulação sobre eu estar sofrendo agressões. Mas então avisamos que era um parto domiciliar planejado.

Por volta das 18h a bolsa estourou em cima da Priscila. Ela disse que era sorte. A água límpida lavou a sala. Que lindo! Que alegria! Isso era um bom sinal. Tudo corria bem e agora eu começava a sentir meus ossos do quadril abrirem espaço para você descer. E a famosa vontade de fazer força para empurra-lo veio de modo muito natural. Agora eu gritava pela casa chamando por você! “Vem, Pedro! Sai, meu filho! Não quero mais você dentro de mim, quero você em meus braços!”

Optei por ir para o quarto e na posição de cócoras sustentada pelo seu pai, você nasceu às 18:54h do dia 06 de agosto de 2015. Plenamente feliz te recebi em meus braços, um breve choro, logo você procurou meu seio e mamou enquanto segurava o dedo de seu pai. Esta cena é inesquecível. Olhei para você e em seguida para seu pai que só então chorou com muita alegria.

Esse momento, nós três ali no chão abraçados acolhendo você foi o que nos tornou uma família unida, repleta de amor e confiança. Ali me senti completa e realizada. Me senti mulher plena e extremamente feliz. E já não lembrava da dor que sentia a pouco tempo atrás.

Você nasceu pleno de saúde, não sofreu nenhuma intervenção, mamou assim que nasceu, logo abriu os olhos e tinha o semblante sereno. Era um bebê lindo!!! Perfeição divina!

Seu cordão umbilical foi cortado depois de parar de pulsar, por mim e seu pai juntos. Seu pai estava tão pleno que até isso ele fez, mesmo tendo dito que era a única coisa que não faria.

Tudo bem conosco, você examinado nasceu com 50cm e 3790g, a placenta saiu sem problemas, foi preciso fazer uma pequena sutura na laceração ocorrida pela sua passagem. E meu cisto? Ah ele estava lá e continuou do mesmo jeitinho.

Quando tudo estava feito e arrumado era hora de avisar as famílias. Todos estávamos ansiosos para ver a reação, principalmente das suas avós.

Seu pai teve essa missão. Lógico que não acreditaram logo quando disse que você tinha nascido em casa. Levaram um tempo para acreditar e irem correndo para nossa casa nos visitar. Assim, suas primeiras visitas foram sua avó Elda, sua tia Elaine e sua avó Helena.

As principais falas sempre foram: “Não deu tempo de chegar no hospital?”, “Você é muito corajosa!”. E minhas respostas sempre foram: “Foi tudo planejado. Daria tempo de sobra para ir ao hospital. Mas foi a melhor coisa que fiz! Coragem maior é optar por uma cirurgia com muito mais riscos. O parto foi lindo e com o mínimo de riscos para nós!”

Meu pós-parto teve alguns contratempos totalmente inesperados por mim que tanto desejei a gestação e amamentar. Tive Blues Puerperal, apresentei mamas acessórias e tive muita dificuldade com a amamentação.

Como eu chorava e sem saber o motivo! Lutava todos os dias contra uma angustia sem fim e sem explicação lógica. Era o Blues Puerperal. Mas se resolveu naturalmente com 14 dias do parto. Foi preciso muito apoio e compreensão do marido e das nossas mães que nos ajudavam nesse período.

Amamentá-lo foi uma tarefa difícil, mas não impossível! Não há evidencias cientificas, mas acredito que por eu ter que fazer compressas frias nas axilas e tomar anti-inflamatório (recomentado pela mastologista) a minha produção de leite tenha diminuído. Você tinha uma ótima pega e sugava com força, eu sentia muita dor, meus seios foram ferindo, mas eu insistia.

Amamentar também era um sonho e uma certeza de que eu faria por você como ato de amor! Mas você foi perdendo muito peso a olhos vistos. Então, fomos ao primeiro pediatra, que me recriminou pelo parto domiciliar e por não ter iniciado o complemento com leite maternizado. Oi??? Lógico, que não continuamos com ele (hoje estamos com uma pediatra que luta pelo parto normal e pelo aleitamento materno exclusivo). Fui então ao Banco de Leite de uma maternidade pública. Lá fomos devidamente avaliados e orientados, mas infelizmente eu precisei entrar com o complemento. Além de você estar desnutrido, minhas mamas precisavam de cuidados para cicatrizarem. E como chorei! Como foi difícil aceitar! Mas desistir jamais! Continuava ordenhando para estimular a produção de leite. E você voltou a mamar! Sim! É possível! Nós conseguimos, meu filho! Foi uma luta árdua, mas nos adaptamos. E eu te agradeço também, imensamente, por não ter desistido da sua mãe!

Pedro, eu te amo a cada dia muito mais e para sempre! Você é meu sonho realizado, meu grande e eterno amor!

Rachelli e Flávia, agradeço imensamente todo o carinho com que nos trataram durante o pré-natal e na assistência ao parto e pós-parto! Priscila, muito obrigada pela amizade e apoio. Como fiquei feliz em ter você conosco nesse dia!

Rubens, meu marido, você é o melhor pai que o Pedro poderia ter! Você foi a melhor companhia que eu poderia ter comigo durante o parto! Te amo muito mais a cada dia!

Com amor, Élissa Rollemberg.

8 thoughts on “Relato de parto domiciliar: o nascimento do Pedro

  1. Família linda que tanto amo. Só saibam que, mesmo com a impressão de que não teriam apoio, sempre estarei com vocês, decidam o que decidir. Amizade é isso: apoiar mesmo sem entender, mesmo que – inicialmente – pense diferente. Amo vocês. Obrigada pelo lindo sobrinho que tanto amo…

  2. Emocionante seu relato Élissa. Tb optei por um parto normal acompanhado por enfermeira obstetra, mas não tive coragem de ter em casa.
    Meu segundinho (qd ele for encomendado) virá num parto domiciliar. Todo nosso esforço vale a pena pelos nossos pequenos!
    Saúde ao Pedro e felicidade a sua família!

  3. Quero agradecer a todas pelo carinho! Espero que se sintam inspiradas a realizar seus sonhos! Muita saúde e felicidade para vocês e suas famílias! Bjs

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