Parir é Natural – o filme

Parir é Natural – o filme

Veja em primeira mão o filme Parir É Natural, de Silvio Tendler.

O Documentário “Parir é Natural” investiga como o nosso modelo de formação médica, a necessidade da inserção de novos profissionais no parto, e a importância da rede de apoio que as mulheres constroem entre si, são fundamentais para chegarmos a um novo modelo de assistência: sem violência, e que devolva à mulher o protagonismo sobre seus corpos e o nascimento de seus bebês.

 

Temos que falar sobre elas

Temos que falar sobre elas

Essa semana, a página Temos que falar sobre isso publicou um relato de uma enfermeira obstétrica (anônima) que mexeu muito com a gente. Sensibilizadas, nos identificamos com cada frase dita e choramos pela triste história de Joana. Na nossa vivência, todos os dias vemos Joanas. Todos os dias vemos mulheres em seu momento mais frágil – que deveria e tinha tudo para ser o momento mais poderoso – serem roubadas de seus protagonismos, direitos, dignidades.

Cada vez que um relato como este ganha visibilidade, fica ainda mais claro que é necessário acolher. Primeiro a mulher, a mãe. Em seguida, sua família – seu filho recém-nascido e seu/sua acompanhante. Mas também é importante abraçar os profissionais que sofrem junto com a vítima e que não compactuam com essa forma cruel de pensar e agir. O empoderamento das enfermeiras também é necessário.

E, para além de classes ou categorias, é urgente combater a violência obstétrica como um todo. Engana-se quem pensa que só o médico é autor desse tipo de agressão. A violência está institucionalizada, padronizada e é perpetuada até mesmo por quem já a sofreu. Não há um único culpado; todos somos responsáveis. Mas há luz no fim desse túnel! Profissionais bacanas, unidos por uma causa em comum, aliados a mulheres empoderadas, bem informadas e aptas a fazerem escolhas conscientes, formando uma rede de apoio que só cresce. Para que não exista mais nenhuma Joana pelos hospitais do Brasil.

Leia aqui o relato completo.

Parto domiciliar planejado

Parto domiciliar planejado

Essa assistência começa com o acompanhamento desde o início da gestação, ou o quanto antes, em consultas de pré-natal. É através deste acompanhamento que estabelecemos uma relação de vínculo e confiança entre a mulher, sua família e a equipe. Ao longo da gestação, solicitamos e avaliamos os exames necessários e acompanhamos a evolução da gravidez saudável por meio de exames clínico e obstétrico. Nossos encontros podem ocorrer no consultório ou em domicílio e temos como fundamentos a troca de experiência e escolhas compartilhadas. Dessa forma, o parto é o grande desfecho dessa opção respeitosa e humanizada. Após o nascimento, nosso acompanhamento continua nos primeiros dias de vida do bebê, dando  apoio à amamentação e suporte nos cuidados para um puerpério saudável. Esse trabalho é realizado por duas enfermeiras obstétricas fixas desde a gestação até o parto. No caso de alguma intercorrência quanto à presença de uma das enfermeiras no parto, temos a equipe para substituir e apoiar.

Roda de Conversa Parto por Amor – 12/09/2015

Roda de Conversa Parto por Amor – 12/09/2015

No último sábado, dia 12 de setembro, tivemos a primeira roda de conversa organizada pelo grupo Parto Por Amor. E foi lindo!

Uma manhã deliciosa, com várias mães, grávidas e bebês, em que compartilhamos nossas experiências de parto com o grupo. Rolou muita gargalhada, muito choro e, acima de tudo, muito amor em cada palavra, em cada relato.

Foi tão bom e emocionante que decidimos fazer mais rodas, em que todo mundo está convidado para vir, partilhar experiências e aprender com as demais.

Quer conferir um pouco da energia desse encontro? Veja as fotos em nossa fanpage do facebook!

Rachelli Iozzi

Rachelli Iozzi

Sou Rachelli Iozzi, enfermeira obstétrica, formada pela UNESA. Realizei a Residência de Enfermagem Obstétrica pela SMS/RJ em 2006. Minha vontade de trabalhar com mulheres durante a gestação, parto e pós parto começou na faculdade durante as aulas de saúde da mulher e após conhecer o trabalho das enfermeiras obstétricas no RJ. Desde então, não tive dúvidas de que era esse o caminho que eu queria seguir! A conclusão da residência em enfermagem obstétrica foi a realização de um grande sonho e onde tive a oportunidade de acompanhar meu primeiro parto domiciliar com uma grande amiga e também ex-residente. Desde então, venho acompanhando partos domiciliares e sou enfermeira do Centro Obstétrico de uma maternidade pública do Rio de Janeiro.

Quer falar com a Rachelli?
rachelli@partoporamor.com.br – (21) 99955-6167

Rodas de Conversa

Rodas de Conversa

Encontros gratuitos organizados pela equipe Parto Por Amor, em que podem participar todos os interessados no mundo da maternidade/paternidade. Gestantes, mães, pais, familiares, crianças, tentantes e profissionais da área juntos conversam e trocam experiências sobre os mais diversos assuntos, como gravidez, parto, amamentação, criação com apego etc. Uma oportunidade de estar em contato com outras famílias, dividir relatos e compartilhar vivências. As Rodas de Conversa acontecem mensalmente e avisamos tanto aqui no site quanto na nossa fanpage do Facebook sobre as datas, horários e locais de realização.

Quem são os profissionais capacitados para dar assistência ao pré-natal e parto natural?

Quem são os profissionais capacitados para dar assistência ao pré-natal e parto natural?

Você sabia que não é só o médico obstetra que está capacitado para acompanhar uma gestação e assistir um parto? Vários profissionais também recebem a formação adequada para esse acompanhamento, veja:

Enfermeira obstétrica: é a profissional formada em enfermagem que se especializou em enfermagem obstétrica pela residência ou pós-graduação.

Obstetriz: profissional que concluiu o curso de graduação em obstetrícia (bacharel).

Médico: formado em medicina e especializado em obstetrícia pela residência ou pós-graduação.

Médico da família: concluiu a faculdade de medicina e especializou-se em medicina da família e comunidade.

Parteira tradicional: dão assistência em comunidades mais remotas do interior. O conhecimento adquirido normalmente é passado de geração em geração, baseado na tradição e costume local. As enfermeiras obstétricas e obstetrizes também são conhecidas como parteiras urbanas por prestarem uma assistência que preservam a fisiologia do parto e nascimento.